Colunas 2018-07-26T18:12:16+00:00

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Fraturas Rostrais em Potros

Os equinos estão propensos a traumas na cabeça, sendo as fraturas envolvendo mandíbula, maxila e osso incisivo muito comuns, resultantes de coices, colisões, quedas e aprisionamentos da porção rostral da mandíbula ou incisivo em cercas ou portas

Cáries Periféricas em Equinos (Parte II): Dentes Incisivos e Caninos

A incidência de cáries periféricas em dentes incisivos e caninos é menor quando comparada à ocorrência da lesão em pré-molares e molares. Isso talvez possa ser explicado pelo fato dos incisivos só realizarem apreensão e secçãodo alimento e pelo fato da não ocorrência da impactação de matéria orgânica nas depressões gengivais na mesma intensidade que ocorre nos dentes vestibulares. No entanto, o seu diagnóstico precoce é de extrema importância para evitar complicações como fraturas, doença periodontal, infecção periapical e a perda prematura dos elementos dentários afetados.

VOCÊ SABIA? – O QUE PODE SER?

Nesta coluna, continuaremos discutindo os casos clínicos e fotos que publicamos duas colunas atrás. Nesta coluna continuaremos desde o caso 12.

VOCÊ SABIA? – A MELHOR POSIÇÃO RADIOGRÁFICA PARA OS CISTOS CONDILARES FEMORAIS

Os cistos são uma das patologias ósseas dos cavalos atletas que podem desde passar silentes, produzir queda de performance ou induzir variáveis tipos de claudicação. Eles podem aparecer em animais novos que nunca tiveram desempenho atlético por perda da maturidade no desenvolvimento osteocondral ou em animais adultos onde micro-fraturas da cartilagem por impacto ou sobrecarga, podem permitir a infiltração de líquido sinovial para o osso sub-condral; esta infiltração, induz um processo inflamatório ósseo, disparando a lise regional e consequente a formação do cisto.

Projeto de Lei 5.949 e as exportações de carne de cavalo

No final do ano de 2017, mais precisamente no dia 6 de dezembro, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados rejeitou o projeto que proíbe abate de equídeos no Brasil (PL 5949/13). O processo seguiu para Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) já no dia seguinte (7/12) e até o momento da redação deste artigo, nenhuma movimentação extra havia ocorrido no processo. E ainda seguirá para de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Desempenho dos leilões de equinos nos últimos 20 anos

Os leilões de equinos no Brasil, assim como em muitos países, não são exatamente o resultado das forças de mercado – oferta e demanda – que usualmente definem prelos de bens e serviços. Isto porque os leilões comportam outros dois tipos de vendas, além daquelas efetivamente de mercado. Existe a chamada defesa, quando o próprio ofertante (vendedor) adquire seu produto, de modo a evitar que o mesmo seja vendido para terceiros a um preço que considere abaixo do aceitável (considerando sua visão pessoal de valor, não a de mercado). Outra prática que distorce a formação de preços nos leilões de equinos são vendas previamente acertadas e que no leilão são simuladas para sugerir maior sucesso do evento. Entretanto, apesar dessas restrições, o histórico dos resultados dos leilões representa uma boa aproximação do que ocorre no mercado. Neste artigo será a presentada a evolução de dois principais indicadores dos leilões – renda obtida e preço médio por lote – nos últimos 20 anos, caracterizados por distintas fases de crescimento econômico e de crises econômicas.

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