Colunas 2018-08-28T18:20:35+00:00

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A osteodistrofia fibrosa na cavidade oral

O Hiperparatireoidismo Nutricional Secundário ou Osteodistrofia Fibrosa, ou também conhecido como “Doença da Cara Inchada”, é um distúrbio endócrino relacionado ao manejo nutricional errôneo em equinos. Os ossos da cabeça são os mais gravemente acometidos, havendo espessamento dos ossos mandibular, maxilar, palatino, zigomático e lacrimal, por isso recebe o nome popular de “cara inchada”. Esta doença também atua no osso alveolar, contribuindo para que sejam observadas alterações intraorais.

Complicação da extração dentária em equinos: Alveolite

Em função da erupção dentária contínua dos equinos (hipsodontia), a espécie apresenta predisposição ao desenvolvimento de formas particulares de doenças dentais. Sinais precoces de desordens orais são sutis ou imperceptíveis e, muitas vezes, somente são reconhecidos com o agravo do quadro. Com a expansão do conhecimento acerca da odontologia equina e o número de profissionais atuantes nesta área, o diagnóstico e a prevalência de casos de infecções dentárias com indicação de extração vêm aumentando consideravelmente nos últimos anos no Brasil.

Fraturas Rostrais em Potros

Os equinos estão propensos a traumas na cabeça, sendo as fraturas envolvendo mandíbula, maxila e osso incisivo muito comuns, resultantes de coices, colisões, quedas e aprisionamentos da porção rostral da mandíbula ou incisivo em cercas ou portas

Cáries Periféricas em Equinos (Parte II): Dentes Incisivos e Caninos

A incidência de cáries periféricas em dentes incisivos e caninos é menor quando comparada à ocorrência da lesão em pré-molares e molares. Isso talvez possa ser explicado pelo fato dos incisivos só realizarem apreensão e secçãodo alimento e pelo fato da não ocorrência da impactação de matéria orgânica nas depressões gengivais na mesma intensidade que ocorre nos dentes vestibulares. No entanto, o seu diagnóstico precoce é de extrema importância para evitar complicações como fraturas, doença periodontal, infecção periapical e a perda prematura dos elementos dentários afetados.

VOCÊ SABIA? – QUAL É O VERDADEIRO ESPAÇO ARTICULAR NUMA RADIOGRAFIA?

O fato de não ver uma redução do espaço articular numa radiografia, não quer dizer que o cavalo não o tenha, mas existem algumas manobras que são muito úteis e que muita gente não as conhece ou se as conhece não as usa. A Ressonância magnética é um modelo de imagem que tem trazido muitos benefícios para nossa Medicina Veterinário no Brasil, mas mesmo assim muita gente acredita que ela seja a única maneira de fazer uma leitura precisa ou confiável da superfície articular.

VOCÊ SABIA? – O QUE PODE SER?

Nesta coluna, continuaremos discutindo os casos clínicos e fotos que publicamos duas colunas atrás. Nesta coluna continuaremos desde o caso 12.

VOCÊ SABIA? – A MELHOR POSIÇÃO RADIOGRÁFICA PARA OS CISTOS CONDILARES FEMORAIS

Os cistos são uma das patologias ósseas dos cavalos atletas que podem desde passar silentes, produzir queda de performance ou induzir variáveis tipos de claudicação. Eles podem aparecer em animais novos que nunca tiveram desempenho atlético por perda da maturidade no desenvolvimento osteocondral ou em animais adultos onde micro-fraturas da cartilagem por impacto ou sobrecarga, podem permitir a infiltração de líquido sinovial para o osso sub-condral; esta infiltração, induz um processo inflamatório ósseo, disparando a lise regional e consequente a formação do cisto.

Projeto de Lei 5.949 e as exportações de carne de cavalo

No final do ano de 2017, mais precisamente no dia 6 de dezembro, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados rejeitou o projeto que proíbe abate de equídeos no Brasil (PL 5949/13). O processo seguiu para Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) já no dia seguinte (7/12) e até o momento da redação deste artigo, nenhuma movimentação extra havia ocorrido no processo. E ainda seguirá para de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Desempenho dos leilões de equinos nos últimos 20 anos

Os leilões de equinos no Brasil, assim como em muitos países, não são exatamente o resultado das forças de mercado – oferta e demanda – que usualmente definem prelos de bens e serviços. Isto porque os leilões comportam outros dois tipos de vendas, além daquelas efetivamente de mercado. Existe a chamada defesa, quando o próprio ofertante (vendedor) adquire seu produto, de modo a evitar que o mesmo seja vendido para terceiros a um preço que considere abaixo do aceitável (considerando sua visão pessoal de valor, não a de mercado). Outra prática que distorce a formação de preços nos leilões de equinos são vendas previamente acertadas e que no leilão são simuladas para sugerir maior sucesso do evento. Entretanto, apesar dessas restrições, o histórico dos resultados dos leilões representa uma boa aproximação do que ocorre no mercado. Neste artigo será a presentada a evolução de dois principais indicadores dos leilões – renda obtida e preço médio por lote – nos últimos 20 anos, caracterizados por distintas fases de crescimento econômico e de crises econômicas.

 

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